CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E CRONOGRAMA DE ESTUDOS
Disciplina:
EBA 010 - História da Arte Brasileira
Prof.: Luiz Alberto Ribeiro Freire
Currículo: http://lattes.cnpq.br/6943378023348996
Telefone: 99751751 - Email: luizfreire14@gmail.com
Blog: http://luizfreire14.blogspot.com
Carga Horária: 68 horas Creditação: 3 créditos Turma:
Semestre: 2010.2 ( 11.08 – 09.12.2010)
Ementa:
Análise crítica e interpretativa da arte brasileira e suas implicações culturais nos vários períodos históricos e nos vários espaços geográficos que integram o país.
data aula tema leitura
12.08.2010 - Q - 1ª/2ª Recepção dos alunos
17.08.2010 – T 3ª/4ª Distribuição do programa da disciplina, explicação da metodologia, avaliação, etc.
GASPAR, Madu. A arte rupestre no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. 83 p. il.
19.08.2010 – Q 5ª/6ª 1 - A arte dos paleoíndios, Introdução à arte rupestre brasileira:
problemas, datações e evolução das pesquisas
MARTIN, Gabriela. Pré-história do nordeste do Brasil. Cap. VI: Universo simbólico do homem pré-histórico nordestino. p. 235-310.
24.08.2010 –T - 7ª/8ª 1.1. A estética dos paleoíndios: Principais sítios arqueológicos; pintura rupestre; datação e características
26.08.2010 – Q - 9ª/10ª 1.2. A cerâmica e as artes utilitárias ETCHEVARNE, Carlos. Manifestações Ceramistas da Bahia. In BAHIA, Cerâmica Popular. Salvador: Instituto Mauá, 1994. 128 p. il. (Artesanato Baiano, 1).
31.08.2010 – T 11ª/12ª 2 - A arte dos povos de Pindorama - O sentido da arte indígena RIBEIRO, Darcy.
Arte Índia, introdução, os índios e nós, nós e os Índios. In ZANINI, Walter (org.). História Geral da Arte no Brasil. p. 49-55, p. 85-87.
02.09.2010 – Q 13ª/14ª 2.1 – As artes utilitárias: cerâmica e cestaria
RIBEIRO, Darcy. Trançados e tecidos, Cerâmica. In ZANINI, Walter (org.). História Geral da Arte no Brasil.59-62.
09.09.2010 – Q 15ª/16ª 2.2 – As artes do corpo: 2.2.1 . A pintura, plumária e máscaras
RIBEIRO, Darcy. Campos de Criatividade; artes do corpo. In ZANINI, Walter (org.). História Geral da Arte no Brasil.p. 66-81.
MÜLLER, Regina Pólo. Mensagens visuais na ornamentação corporal Xavante, p. 133-142; VIDAL, Lux. A pintura corporal e a arte gráfica entre os Kayapó-Xikrin do Catete, p. 143-189. In VIDAL, Lux (org.). Grafismo indígena.RIBEIRO, Berta G. Arte indígena, Linguagem Visual. Cap. Arte como iconografia, p. 65-102.
14.09.2010 – T 17ª/18ª 3 – A arte disseminada pelo invasor português - Do Renascimento ao neoclássico
http://www.revistaohun.ufba.br/
16.09.2010 – Q 3.1 – Os padrões europeus e portugueses de cidade e suas repercussões no Brasil: Urbanismo e arquitetura civil urbana do séc. XVI à XIX
RODRIGUES, José Wasth. A Casa de Moradia no Brasil Antigo. In Ministério da Educação e Saúde. Revista do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, n. 9, Rio de Janeiro, 1945. p. 159-197.
KLÜPPEL, Griselda Pinheiro. A casa urbana no Brasil Colonial. In Portugal Brasil Brasil Portugal; Duas faces de uma realidade artística. 2000. p. 209-221.
21.09.2010 – T 19ª/20ª 3.2 – Os edifícios religiosos: as influências dos estilos europeus e a simbiose
brasileira – do Renascimento ao neoclássico. BAZIN, Germain. Arquitetura Religiosa Barroca no Brasil. p. 137-156.
23.09.2010 – Q - 21ª/22ª 1ª. Verificação de aprendizagem
28.09.2010 – T - 23ª/24ª 4 – As diretrizes do Concílio de Trento, o culto das imagens e relíquias, a produção de imagens e a necessidade religiosa do aparato ornamental
BURY, John.. Arquitetura e Arte no Brasil Colonial. 103-135.
30.09.2010 – Q 25ª/26 4.1 – A atividade escultórica brasileira do séc. XVII ao XIX: As oficinas, o aprendizado artístico, o processo inventivo, os escultores (Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesus, Xavier de Brito, Antonio Francisco Lisboa, Veiga Vale e Manuel Inácio da Costa
OLIVEIRA, Myriam Andrade Ribeiro de. Escultura Colonial Brasileira: Um Estudo Preliminar. In Revista Barroco, n. 13. Belo Horizonte, UFMG, 1984-85. p. 7-32.
SILVA-NIGRA, Dom Clemente Maria da Silva. Os dois escultores Frei Agostinho da Piedade - Frei Agostinho de Jesus e o arquiteto Frei Macário de São João. Salvador: Universidade Federal da Bahia, 1971. p. 11-87.
05.10.2010 – T 27ª/28 - 4.2. Os estilos artísticos e as escolas escultóricas regionais
Visita ao Museu de Arte Sacra da UFBA
07.10.2010 – Q 29ª/30ª 5 - A arte da Talha na ornamentação das igrejas: Motivações, origem, a atividade artística, e evolução estilística do maneirismo ao neoclássico SANTOS, Paulo F. Distinção entre o barroco e o jesuítico nos retábulos de altar. In “O Barroco e o jesuítico na arquitetura do Brasil. p. 155-210.
14.10.2010 – Q 31ª/32ª 6 – A talha na Bahia oitocentista
FREIRE, Luiz Alberto Ribeiro. Tradição e modernidade nos retábulos-mores das igrejas soteropolitanas. In Portugal Brasil Brasil Portugal; Duas faces de uma realidade artística. p. 321-333.
19.10.2010 – T 33ª/34ª 7 – A pintura de cavalete do séc. XVII ao XIX
Visita ao Museu de Arte da Bahia SILVA, Áurea Pereira da e OLIVEIRA, Myriam Andrade Ribeiro de. Pintura Colonial Brasileira. (Poligrafia). p.452-476
21.10.2010 –Q 35ª/36ª 8 – A pintura de teto nas igrejas brasileiras
26.10.2010 – T 37ª/38ª 2ª Verificação de Aprendizagem
28.10.2010 – Q 39ª/40ª 9 – A arte do século XIX: neoclássico, romantismo e ecletismo BARATA, Mário. Século XIX. Transição e início do século XX. In ZANINI, Mário. História Geral da Arte no Brasil. p. 379-419.
BARATA, Mário. O romantismo acadêmico e a afirmação de uma geração brasileira. In ZANINI, Mário. História Geral da Arte no Brasil. p. 420-440.
REVISTA DEZENOVE VINTE: http://www.dezenovevinte.net/
04.11.2010 – Q - 41ª/42ª 10 – A arte afro-brasileira
Negras memórias, O imaginário luso-afro-brasileiro e a herança da escravidão*
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142004000100021
Arte Afro-Brasileira. Milena Teixeira
http://br.geocities.com/artedukar/arte/arteafrobrasileira/arteafro.html
09.11.2010 – T - 43ª/44ª 11 – A arte popular brasileira
11.11.2010 – Q - 45ª/46ª 1º. Seminário: O Modernismo Brasileiro: Circunstâncias históricas, fundamentos estéticos e reação à tradição
16.11.2010 – T - 47ª/48ª 2ª Seminário: Antropofagia, arco e flexa e a movimentação artística após a semana de 1922
18.11.2010 – Q - 49ª/50ª 3º Seminário: Oscar Niemayer e a construção de Brasília
23.11.2010 –T - 51ª/52ª 4º Seminário: O modernismo na Bahia
25.11.2010 – Q - 53ª/54ª 5º Seminário: Abstração geométrica na arte brasileira: concretismo, neo-concretismo, op arte, etc.
30.11.2010 – T 55ª/56ª 6º Seminário: A abstração sensível na arte brasileira
02.12.2010 – Q 57ª/58ª 7º Seminário: O conceitual e o performático na arte brasileira
07.12.2010 –T 59ª/60ª 8º Seminário: A arte no Brasil Contemporâneo (vídeo-arte, arte digital, arte processual e outros
09.12.2010 – Q 61ª/62ª 9ºSeminário: A arte contemporânea na Bahia
10.12.2010 - S Entrega dos resultados finais e avaliação do curso e do professor
16.12.2010 – S Prova Final
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro; a formação e o sentido do Brasil.São Paulo: Companhia das Letras, 1995. 476 p.
• CHAUI, Marilena. Brasil Mito fundador e sociedade autoritária. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2000. 103 p.
• DIAS, Lucy e GAMBINI, Roberto. Outros 500; uma conversa sobre a alma brasileira. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 1999. 228 p.
• FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio editora, 1983. 573 p. il.
• QUEIROZ, Dinah Silveira de. A muralha. Rio de Janeiro-São Paulo: Record, 2001. 414 p.
1 - ALVIM, Sandra Poleshuck de Faria. Arquitetura religiosa colonial no Rio de Janeiro: plantas, fachadas e volumes. Rio de Janeiro: Editora UFRJ; IPHAN; Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, 1996,1999. V1,2.
2 - AMARAL, Aracy. Artes plásticas na semana de 22. 4ª ed., São Paulo: Perspectiva, 1979. 336 p. Il. (Debates).
3 - BAZIN, Germain. A arquitetura religiosa barroca no Brasil. Trad. Glória Lúcia Nunes. Rio de Janeiro: Record, 1956. 2t.
4 - BOSCHI, Caio C. O barroco mineiro: Artes e trabalho. São Paulo: Brasiliense, s.d. 78 p. (Tudo é história nº 123).
5 - BURY, John.; OLIVEIRA, Myriam Ribeiro de, org. Arquitetura e arte no Brasil colonial. Trad. Isa Mara Lamdo. São Paulo: Nobel, 1991. 219 p. Il.
6 – CAVALCANTI, Lauro. (Org.) Quando o Brasil era moderno: Artes plásticas no Rio de Janeiro 1905-1960. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2001. 224 p.
7 - COSTA, Lúcio. A arquitetura dos jesuítas no Brasil. In Revista do Sphan. Rio de Janeiro, 1941. Nº 5. p. 9-43.
8 - FLEXOR, Maria Helena Ochi. Atas do IV Colóquio Luso-Brasileiro de História da Arte; A arte no mundo português dos séculos XVI ao XIX: confrontos, permanências, mutações. Salvador: Museu de Arte Sacra/UFBA., 200. 586 p. Il.
9 - INSTITUTO CULTURAL ITAÚ. BR 80 Pintura Brasil Década 80. São Paulo: O Instituto, 1991. 96 p. il.
10 – MARTIN, Gabriela. Pré-história do Nordeste do Brasil. Recife: Editora da Universitária/UFPE, 1999. 440 p. il.
11 - MELLO, Suzy de. Barroco. São Paulo: Brasiliense, 1983. 121 p. Il. (Primeiros vôos).
12 – MORAIS, Frederico. Panorama das Artes Plásticas Século XIX e XX. São Paulo: Instituto Cultural Itaú, 1989.
13 – OLIVEIRA, Myriam Andrade Ribeiro de (org.) História da Arte no Brasil/textos de síntese. 146 p.
14 - PORTUGAL, Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Portugal Brasil Brasil Portugal: duas faces de uma realidade artística. Lisboa: 2000. 432 p. il.
15 – RIBEIRO, Berta G. Arte indígena linguagem visual. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 1989. (Coleção Reconquista do Brasil. 3. série especial v. 9).
16 - SANTOS, Paulo F. O barroco e o jesuítico na arquitetura do Brasil. Rio de Janeiro: Kosmos, 1951.
17 – SCHWARTZ, Jorge. (org.). Da antropofagia a Brasília: Brasil 1920-1950. São Paulo: Cosac & Naify Edições, 2002. 638 p. il.
18 – TIRAPELI, Percival (org.). Barroco Memória Viva Arte Sacra Colonial. São Paulo: Editora UNESP, Imprensa Oficial do Estado, 2001.
19 - TOLIPAN, Sérgio et ali. Sete ensaios sobre o modernismo. Rio de Janeiro: Funarte, 1983. 56 p. Il. (Caderno de texto, 3).
20 - VALENÇA, José Rolim. Herança. São Paulo: Empresas Dow, 1984. 149 p. Il.
21 – VIDAL, Lux (org.). Grafismo indígena; estudos de antropologia estética. São Paulo: Studio Nobel: FAPESP: Editora da Universidade de São Paulo, 2000. 296 p. il.
22 - ZANINI, Walter, org. História geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Walter Moreira Salles, 1983. 2t.
Da freqüência às aulas:
As aulas devem ser freqüentadas com assiduidade e pontualidade. Em cada sessão o aluno assinará o seu nome marcando a sua freqüência em lista específica.
O limite máximo de faltas é de 25% sobre as aulas proferidas, como teremos 64 sessões neste semestre, o aluno só poderá faltar 17 sessões, que correspondem a 8 dias de aulas. O aluno que ultrapassar este limite será reprovado por falta, o que deve ser evitado, pois deprecia o seu Coeficiente de Rendimento (valor de 0 a 10 que mede o desempenho geral do aluno no curso).
As faltas somente serão justificadas ou abonadas, mediante Atestado Médico.
Do trancamento da matrícula:
O aluno deverá evitar o abandono da disciplina, efetuando o trancamento dela dentro do prazo estipulado pela Secretaria Geral de Cursos - SGC, constante no calendário. O abandono da disciplina também é responsável pela queda do Coeficiente de Rendimento.
Escala de notas:
As notas são conferidas na escala de 0 (zero) a 10 (dez), sendo a média para a aprovação 7 (sete).
A média do semestre é obtida pela soma das notas das avaliações de aprendizagens e divisão pelo número de verificações, no nosso caso serão 2 (duas) verificações. Uma de prova escrita e a outra de Seminários.
O aluno vai para a prova final se não conseguir a média 7 (sete). A média da prova final é 5 (cinco), ou seja abaixo de cinco o aluno é reprovado por média, de cinco para cima o aluno fica aprovado por média final.
Se o resultado da Média das Avaliações for igual ou inferior a 1,6 o aluno é reprovado sem ir para o exame final.
Cálculo da média final:
O cálculo da Média Final é feito da seguinte forma: multiplica-se a média de curso por seis, (MC x 6= MC6); multiplica-se a nota da prova final por quatro (PF x 4=PF4), soma-se os dois resultados (MC6 + PF4=MC6PF4), divide-se o resultado do somatório por dez , o resultado desta operação é a Média Final (MC6PF4 / 10 = MF).
Avaliação: Verificações e critérios
As Verificações de Aprendizagem acontecerão nas datas marcadas no cronograma, a primeira em forma de prova escrita objetiva, a segunda escrita dissertativa, com questões que deverão abranger a complexidade do fenômeno artístico, e que deverão ser respondidas através de redação clara e estruturada que contemple os pontos fundamentais do assunto em lide. Os critérios de avaliação fundam-se na verificação:
A . Da capacidade do aluno em pensar sobre o que leu e emitir as suas próprias opiniões sobre os assunto e da pertinência destas opiniões;
B . Do maior ou menor grau de intimidade do aluno com a bibliografia específica;
C . Da propriedade das exemplificações;
D . Da ordenação lógica do da redação e do discruso;
E .Do maior ou menor grau de abrangência dos pontos fundamentais do tema;
F . Da utilização da norma culta da língua vernacular e uso de terminologia especializada;
G .Do uso apropriado e normativo das citações, em conformidade com as regras da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas.
H – da propriedade e qualidade do material didático utilizado nos seminários.
A terceira Verificação de Aprendizagem dar-se-á através dos seminários, que serão realizados em equipe. A avaliação constará de um roteiro escrito e da apresentação oral, que deve ser feita com fluência, didática e embasamento teórico.
A falta do aluno às Verificações de Aprendizagem só será justificada por Atestado médico. ou por razões muito fortes, as quais o aluno possa comprovar. Após a comprovação o professor marcará uma nova data para a Verificação de Aprendizagem.
Avaliação docente:
Atualmente a UFBa deflagrou um programa de avaliação do professor pelo aluno, através da internet, endereço www.avaliacao.ufba.br ou www.ufba.br. O programa estará acessível entre o final de um semestre e o início do outro. Por meio dele o aluno avaliará os seus professores no semestre findo, respondendo aos seguintes quesitos:
A. Metodologia e Técnicas de Ensino:
1.Informou o programa da disciplina; 2. Deixou claro os objetivos da disciplina: 3. Demonstrou clareza e objetividade na explicação do conteúdo da disciplina; 4. Integrou os conteúdos trabalhados com os objetivos da disciplina; 5. Costumava apontar relevância e ou aplicação do conteúdo estudado; Tornou evidentes os fundamentos teóricos, científicos, e/ou técnicos do conteúdo ensinado; Estruturou as aulas práticas, tornando-as relevantes para a aprendizagem do conteúdo estudado; Indicou fontes de consulta adequadas à proposta da disciplina; Cumpriu o programa da disciplina; Utilizou procedimentos didáticos adequados aos objetivos da disciplina
B. Postura Ético-Profissional:
1.Estabeleceu uma relação cortês e em nível adequado com os alunos; Manteve postura ética-profissional na sala de aula; Incentivou os alunos ao questionamento dos fundamentos, teorias, conceitos, etc. ; Estimulou os alunos a estabelecer conclusões e formular inferências; Estimulou os alunos a integrar conhecimento com outras disciplinas correlacionadas; Destacou os aspectos éticos envolvidos na utilização de determinados conteúdos científicos e técnicos; Foi pontual; Foi freqüente; Exigiu pontualidade; Exigiu freqüência
C. Processo de Ensino-Aprendizagem:
1.Utilizou instrumentos de avaliação adequados aos objetivos da disciplina; Exigiu nas avaliações de aprendizagem os conteúdos desenvolvidos;
O professor é obrigado a ser assíduo, pontual e a cumprir todo o programa da disciplina.
domingo, 15 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Luiz Freire
Minhas referências me fortalecem, pois elas foram importantes para a formação do meu caráter e da minha sensibilidade.
Nasci na cidade portuária de Juazeiro, princípio ou fim do seu trecho navegável do rio São Francisco, Pirapora(MG) - Juazeiro (BA), nomeado pelos nossos ancestrais indígenas de OPARAPITINGA.
Em Juazeiro e seus arredores, entre as décadas de 1960 e 70 conviví com uma cultura variadíssima e de ampla tradição, resultado da hibridação da cultura européia medieval, das culturas indígenas, especialmente a dos Cariri.
Desse modo, via e acompanhava os cordões de penitentes que na semana santa cruzavam as ruas ainda escuras de Juazeiro em direção ao cemitério, ao som da matraca e das rezas lamurientas; Participava nos meses de janeiro dos reis de boi na fazenda ITAMARATI e nos terreiros das fazendas vizinhas; vi os reis de congo cruzarem as ruas da cidade em direção à igreja Matriz de N. Sra. das Grotas; ainda pude presenciar a movimentação frenética de canoas, barcos, paquetes, vapores no porto de Juazeiro na carga e descarga de gêneros e pessoas, movimentação essa frustrada pela construção da barragem de Sobradinho, ainda pude ver e saborear a diversidade de peixes do Velho Chico e a me espantar com o tamanho deles, hoje coisas do passado.
Nasci na cidade portuária de Juazeiro, princípio ou fim do seu trecho navegável do rio São Francisco, Pirapora(MG) - Juazeiro (BA), nomeado pelos nossos ancestrais indígenas de OPARAPITINGA.
Em Juazeiro e seus arredores, entre as décadas de 1960 e 70 conviví com uma cultura variadíssima e de ampla tradição, resultado da hibridação da cultura européia medieval, das culturas indígenas, especialmente a dos Cariri.
Desse modo, via e acompanhava os cordões de penitentes que na semana santa cruzavam as ruas ainda escuras de Juazeiro em direção ao cemitério, ao som da matraca e das rezas lamurientas; Participava nos meses de janeiro dos reis de boi na fazenda ITAMARATI e nos terreiros das fazendas vizinhas; vi os reis de congo cruzarem as ruas da cidade em direção à igreja Matriz de N. Sra. das Grotas; ainda pude presenciar a movimentação frenética de canoas, barcos, paquetes, vapores no porto de Juazeiro na carga e descarga de gêneros e pessoas, movimentação essa frustrada pela construção da barragem de Sobradinho, ainda pude ver e saborear a diversidade de peixes do Velho Chico e a me espantar com o tamanho deles, hoje coisas do passado.
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